PCr de Florianópolis entrega kits de Natal a 4 mil pessoas presas

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PCr de FlorianopolisNa última semana, durante dois dias, a Pastoral Carcerária de Florianópolis fez um mutirão de solidariedade em unidades prisionais da Grande Florianópolis, entregando cestas de Natal a 4 mil pessoas presas.
A proposta foi de levar um pouco de dignidade aos presos e promover a consciência coletiva, por meio das doações.
A entrega dos kits foi acompanhada pela equipe de reportagem do Click RBS. Os irmãos gêmeos Pedro e Samuel Pivatto, 19 anos, atenderam o chamado da vó, Leila Pivatto, e levaram seu talento com os instrumentos para dar ritmo às canções natalinas. “Foi a primeira vez que estivemos aqui e com certeza é uma experiência que valeu muito a pena. Não custa nada dar um pouco do nosso tempo para fazer uma visita”, falou Samuel, em entrevista.
VEJA A ÍNTEGRA DA REPORTAGEM
Além de doces, os kits vieram com uma mensagem. Um pequeno papel que representa muito para quem está privado da liberdade, vivendo em condições questionáveis.
Acostumada com obras sociais com os doentes do Hospital Universitário, a aposentada Ana Maria Dutra aceitou o convite para participar da ação no Complexo Penitenciário da Agronômica. Antes da entrega, estava um pouco ansiosa por não conhecer a situação, mas no final saiu realizada. “É uma obra de misericórdia. Vim trazer minha presença sem julgamento. Foi muito significativo e pretendo voltar outras vezes”, disse na reportagem.
Em dois dias, foram entregues mais de 4 mil kits para os detentos da Penitenciária e Presídios masculino e feminino de Florianópolis, Hospital de Custódia, Casa do Albergado, Colônia Penal Agrícola de Palhoça e Penitenciária de São Pedro de Alcântara.
A compra dos kits foi possível por meio dos recursor arrecadados nos bazares realizados pela Pastoral Carcerária durante todo o ano. Além da ação no Natal, a Pastoral realiza doações de kits de higiene, roupas de verão e inverno, cobertores, passagens, remédios, óculos e também disponibilizam uma dentista que atende gratuitamente no consultório construído pela Pastoral no Presídio Masculino, uma assistente social, advogada, psicóloga e um professor de música.
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