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PCr de Brasília busca ampliar ações de evangelização dentro e fora das prisões

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1703 Pastoral_Carceraria_BrasiliaA Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Brasília realizou nos dias 12 e 13 de março, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora das Mercês, um curso de formação para novos agentes pastorais.

A atividade foi ministrada por sacerdotes e agentes da PCr local, abordando assuntos relativos à realidade criminal, valores humanos, carismas, comportamento e espiritualidade dos integrantes da Pastoral, que em Brasília é coordenada pelo diácono Manoel Luiz Tranquilino.

Os participantes receberam formação sobre como prestar assistência religiosa aos presos ou aos adolescentes em regime de internação. Também foram orientados para a realização de celebrações eucarísticas nas prisões, visitas aos familiares dos presos e promoção de diálogo entre os encarcerados, para que partilhem problemas, angústias e relatem possíveis maus-tratos que estejam sofrendo.

Conforme o diácono Tranquilino informou ao site da Arquidiocese de Brasília, neste ano a PCr local planeja intensificar ações. “Queremos retomar as atividades extramuros, que realizamos em anos anteriores. São retiros que ocorrem duas vezes ao ano com os internos, um na Semana Santa e outro na época do Natal. Mediante autorização do Juiz da Vara de Execuções Penais, retiramos os internos e os conduzimos a uma casa de retiro. Ao total, foram 27 encontros com os presos, inclusive muitos ainda no regime fechado, sem escoltas, sob a responsabilidade do coordenador desta Pastoral”, relatou.

Os dois retiros, segundo o Diácono, quase sempre contam com a presença de um sacerdote, do juiz da Vara de Execuções Criminais, de promotores e de outras autoridades, além das famílias dos encarcerados que aparecem de surpresa no domingo para o almoço e na saída, recebem uma cesta básica.

A Pastoral Carcerária também atua fora das prisões, acompanhando os egressos e aqueles que não possuem condições de pagar por assistência jurídica. “Prestamos auxílios na área jurídica, acompanhando os andamentos dos processos e até arrumando advogados para dar assistência para alguns mais necessitados. Já com os egressos, realizamos visitas, encontros e eventos entre eles e as famílias. Outra preocupação nossa é procurar formas de promover a inclusão social do ex-presidiário”, disse o Diácono.

Ele também lembrou que o número de agentes da Pastoral ainda é baixo. “No ano passado, formamos uns 40 a 45 agentes, mas nem todos podem ser aproveitados por questões legais. Por exemplo, uns têm parentes presos, outros respondem a processos e outros desanimam”, concluiu. Podem participar da Pastoral todas as pessoas maiores de 18 anos.

Diante dos muitos obstáculos para a ação da Pastoral Carcerária em todo o Brasil, o Diácono conta o que motiva um leigo ser um agente da PCr. “É o Evangelho! Cito principalmente trechos do livro de Mateus (Mt 25) e do livro de Hebreus (Hb 13,3), quando Jesus fala do juízo final.  Também destaco a misericórdia de algumas pessoas, que entendem ser necessário ajudar aqueles irmãos nossos a se recuperarem”, afirma.

Fonte: Arquidiocese de Brasília

 

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