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Paraná: Sem professores, mas com o pior estabelecimento prisional do Brasil

 em Notícias

CDP ParanaAs cenas da Polícia Militar do Paraná reprimindo com bombas de efeito moral e com tiros de bala de borracha os professores estaduais em 29 de abril ganharam os telejornais do Brasil e causaram indignação em grande parte da sociedade brasileira.

Em quase duas horas de confronto, 213 pessoas ficaram feridas em frente à Assembleia Legislativa do Paraná, onde os deputados aprovaram mudanças no regime de previdência dos servidores públicos, que para entrarem em vigor só dependem da assinatura do governador Beto Richa (PSDB).

Além de dificuldades para a gestão financeira e educacional no Estado – os professores da rede paranaense estão em greve desde o dia 25 – o Governo de Beto Richa também não consegue administrar o caos prisional e quando questionado diz que nada precisa mudar.

Em fins de abril, uma comissão federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) após visitar as carceragens no Estado classificou o 11º Distrito Policial, na Cidade Industrial de Curitiba, como o pior estabelecimento prisional brasileiro, comentário que causou desagrado ao secretário estadual de Segurança Pública e Administração Penitenciária, Fernando Francischini.

Ao lamentar a posição da Comissão de Direitos Humanos da OAB, ele foi enfático: “A minha determinação é para que as nossas polícias continuem colocando bandidos atrás das grades. Prefiro encarar as críticas de superlotação de presos do que assistir bandidos matando e roubando soltos nas ruas”.

Na visita ao 11º Distrito Policial, os membros da OAB encontraram um ambiente úmido, insalubre, infestado de ratos, sem qualquer condição de higiene e saúde, superlotação das celas e total desamparo jurídico. Também foram encontradas pessoas presas, muitas sem sentença condenatória, e sem nunca ter tido qualquer assistência jurídica.

Os representantes da OAB estiveram ainda na Delegacia de São José dos Pinhais, onde encontraram problemas de superlotação, falta de condições mínimas de saúde e higiene.

(com informações da OAB Paraná)

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