Conheça melhor a Rede Social da Pastoral Carcerária

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Presente no Brasil desde a década de 80, a Pastoral Carcerária lançou em 2012, sua Rede Social. A ideia é que os usuários da Rede possam interagir entre si, trocando experiências e opiniões sobre assuntos em pauta nos fóruns de discussão. Para o assessor jurídico da Pastoral, José de Jesus Filho, antes de ser uma forma de interatividade, a Rede, que hoje conta com 800 participantes tem o papel de aumentar o poder de conscientização da sociedade para as causas do sistema prisional brasileiro.
Conheça a Rede da Pastoral Carcerária:
Portal A12: De onde surgiu a ideia de criar a Rede?
José de Jesus Filho: A Rede Social foi lançada oficialmente em agosto de 2012 e tem por principal objetivo integrar todas as pessoas que se interessam pelo sistema carcerário e/ou desenvolvem algum tipo de trabalho dentro deste cenário.
Portal A12: Quais as ações realizadas? Quais as informações mais compartilhadas?
José de Jesus Filho: Na rede é realizado um chat, é apresentado um tema atual dentro da realidade do sistema prisional por um especialista que esclarece dúvidas pertinentes ao tema. Na rede, os participantes trocam experiências por meio de blogs, fóruns chats e compartilham vídeos.
Portal A12: Qual a contribuição da Rede Social para a Pastoral Carcerária?
José de Jesus Filho: Por meio das informações compartilhadas, a rede apresenta um panorama dos problemas atuais enfrentados pelo sistema carcerário, com isso, ajuda a direcionar o trabalho desenvolvido pela Pastoral Carcerária em todo país. A rápida velocidade com que as informações trafegam na Rede permite em curto espaço de tempo repercutir um assunto que seja de interesse de todos, conscientizando a sociedade para a difícil situação enfrentada pelo sistema prisional.
 Portal A12: Quais as expectativas e planos para o futuro da Rede?
 José de Jesus Filho: A expectativa da Pastoral Carcerária é que a Rede Social se expanda para que possa atingir o maior número de pessoas, e que continue sendo aos participantes instrumento de informação e ao mesmo tempo formação contribuindo para a redução da “população carcerária”.
Vanessa Espíndola
Redação Portal A12
Fonte: Portal A12

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