Diocese de Jundiaí une Pastoral Carcerária e grupos LGBT+ em encontro de acolhida

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No último domingo, dia 1º de março, a Diocese de Jundiaí realizou um encontro importante para falar sobre amor ao próximo e respeito. O evento reuniu grupos católicos LGBT+ de várias cidades de São Paulo e contou com a participação especial de representantes nacionais da Pastoral Carcerária.

O objetivo principal foi conversar sobre como a Igreja pode ajudar as pessoas que mais sofrem. Um dos pontos de destaque foi a situação de quem está preso. A Pastoral Carcerária, que faz o trabalho de levar a palavra de Deus e o conforto aos presídios, explicou que as pessoas LGBT+ sofrem muitas dificuldades e abandono quando estão no sistema prisional.

O bispo de Jundiaí, Dom Arnaldo Carvalheiro Neto, recebeu todos os participantes em sua casa. Ele é o bispo responsável, dentro da Igreja no Brasil (CNBB), por acompanhar esses grupos de católicos LGBT+.


Dom Arnaldo lembrou que a Igreja deve ser um lugar de caridade e oração. Para ele, o trabalho desses grupos e da Pastoral Carcerária é uma forma de colocar em prática o ensinamento de Jesus: cuidar de quem está esquecido ou passando por provações.

O encontro também lembrou o tema da Campanha da Fraternidade de 2026, que fala sobre “Fraternidade e Moradia”. Os participantes conversaram sobre como a Igreja precisa ser uma “casa espiritual” para todos, inclusive para aqueles que estão atrás das grades e que, muitas vezes, não têm o apoio da família ou da sociedade.

Ao final do dia, o grupo celebrou a união entre os diferentes trabalhos da Igreja. O encontro mostrou que, seja visitando presídios ou acolhendo famílias, a missão é a mesma: levar a misericórdia de Deus a quem mais precisa de um gesto de carinho e justiça.

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