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Notícias › 10/04/2014

PCr e arcebispo de Aracaju encontram-se com governador de Sergipe

Capa_interna_superior_governador_dom_Lessa_e_PCrEm reunião com o governador de Sergipe, Jackson Barreto, em 3 de abril, o arcebispo de Aracaju, dom José Palmeira Lessa, e os integrantes da Pastoral Carcerária estadual, Maria Rita Lopes e Carlos Antônio de Magalhães (Magal), este último também coordenador da Macrorregião Nordeste da PCr, apresentaram demandas sobre a situação dos cárceres e refletiram sobre a expansão de atividades junto à comunidade carcerária de Sergipe.

Dom Lessa expressou que a Pastoral Carcerária tem uma atuação histórica em Sergipe, praticamente desde a fundação do sistema prisional. “A Pastoral tem condição de estar semanalmente nos presídios e os próprios presos sentem como se fosse uma paternidade ou maternidade da pastoral, já que a nossa meta é levar o espírito de Deus e a sua Palavra, acompanhadas de certo cuidado com a situação daqueles seres humanos, sempre a partir do diálogo. Por isso, trouxemos algumas necessidades para que este trabalho continue sendo realizado com êxito”, relatou.

Interna_PCr_dom_Lessa_e_governadorJackson Barreto pediu dom Lessa intermedeie a tramitação na Assembleia Legislativa do Programa de Fortalecimento das Redes de Inclusão Social e de Atenção à Saúde (Proredes) e destacou o trabalho realizado pela Pastoral Carcerária.

“Esta foi uma reunião muito objetiva no sentido de ampliar cada vez mais o espaço da Pastoral Carcerária. Como governador, creio que, embora vivamos num estado laico, é muito justo e relevante que a Pastoral amplie a sua atuação buscando contribuir com a ressocialização dos apenados em Sergipe”, avaliou.

Também participante da reunião, o secretário de Estado de Justiça e Defesa ao Consumidor, Walter Pereira Lima, registrou que a necessidade de expansão do trabalho evangelizador apresentado pela Pastoral Carcerária se coaduna com os objetivos de promover a inserção social dos apenados em Sergipe.

“Nós temos hoje cerca de 4.200 presos numa estrutura de oito grandes presídios. Na visão da igreja e na nossa, há muito trabalho a ser realizado justamente no aspecto da ressocialização. Sociabilizar é a meta da Pastoral, o que se associa com os nossos propósitos”, garantiu.

 


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