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Presas confirmam à Defensoria denúncias que fizeram à PCr de Cuiabá

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Pastoral_Carceraria_prisoesA Defensoria Pública do Mato Grosso iniciou investigações sobre os supostos abusos cometidos por agentes penitenciários contra as presas no Presídio Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, que vieram a tona após serem denunciados pela Pastoral Carcerária local.

“Já ouvimos individualmente 90% das mulheres e elas confirmaram quase todas as denúncias de agressão que nos foram enviadas pela Pastoral”, afirmou o defensor público Marcos Rondon, coordenador do Núcleo de Execuções Penais, em entrevista ao portal Ponte. Ele classificou a revista íntima feita nas detentas na presença de homens como “uma anomalia”, mas não informou qual será a providência que irá tomar ao final da investigação.

Conforme a denúncia da PCr de Cuiabá, as presas eram obrigadas a ficar nuas, em fila, sob a luz de refletores, e fazer o procedimento conhecido como “agachamento”, tendo seus órgãos genitais fotografados por agentes prisionais, além de terem sido atingidas por spray de pimenta. Elas relataram, ainda, que roupas, alimentos e objetos pessoais, como bíblias, foram jogados fora e que foram enviadas para a “tranca”, ou seja, tiveram de ficar em suas celas sem poder circular dentro das alas.

A Pastoral Carcerária denunciou, ainda, que após a morte da presa Rosilda, em 24 de maio, em circunstâncias não esclarecidas, a assistência religiosa prestada foi suspensa na unidade prisional por um mês. A Pastoral também alertou para problemas estruturais do presídio, tais como infiltração nas celas, mofo, umidade e falta de ala apropriada para gestantes e creche.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA DO PORTAL PONTE

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