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PCr realiza formação em Santa Cruz do Capiberibe (PE)

 em Notícias

A região de Caruaru, no Estado de Pernambuco, ganhou destaque nacional em fins de julho após duas rebeliões na Penitenciária Juiz Plácido de Souza resultarem, oficialmente, na morte de seis pessoas e em 21 feridos.

Como se manifestou na ocasião a Pastoral Carcerária de Caruaru e o Setor Social do Regional Nordeste 2 da CNBB, a motivação dos presos para o motim foi especialmente a superlotação carcerária, a falta de assistência jurídica e as precárias condições da unidade prisional.

Na visita aos cárceres, como lidar com essas realidades que afligem os presos em Caruaru e em todo Brasil? Essas e outras questões foram tratadas pela equipe da Pastoral Carcerária do município de Santa Cruz de Capiberibe, no território de abrangência da Diocese de Caruaru, no sábado, dia 30 de julho.

Participaram da formação agentes da PCr da Paróquia Senhor Bom Jesus dos Aflitos e São Miguel e da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, orientados pelo diretor espiritual da Pastoral, o Padre Adriano Manuel, e o coordenador local da Pastoral, Marivaldo Andrade.

Formação de novos agentes: por que e para que?

Em todo o Brasil, a Pastoral Carcerária conta com mais de 6 mil agentes voluntários que visitam as prisões, garantindo a assistência espiritual dos presos e também tomando ciência das condições em que vivem, para cobrar dos poderes públicos a redução dos danos a que estão submetidas as pessoas encarceradas, sempre com a perspectiva de busca permanente de políticas públicas que viabilizem um mundo sem prisões.

Esse número de agentes, porém, não faz frente à quantidade de mais de 600 mil pessoas encarceradas no Brasil, dado sempre em expansão com a vigente política de encarceramento em massa no Brasil, em especial da população preta, pobre e periférica.

Por isso, a Pastoral Carcerária tem especial atenção com a formação de novos agentes e a capacitação permanente dos que já visitam os cárceres, sempre na perspectiva do “ver”, “julgar” e “agir”.

Nessas formações, guardadas a peculiaridades temáticas de cada encontro e grupo de Pastoral Carcerária, o foco é que os voluntários que visitam as prisões tomem ciência da realidade carcerária no Brasil, da luta pelos direitos humanos, conheçam a mística, a espiritualidade e a perseverança que cercam o trabalho da Pastoral, bem como saibam como portar-se diante da pessoa presa, para uma relação fraterna e respeitosa.

 

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