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Formação de agentes e garantia da dignidade dos presos são focos da PCr de Goiás

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Interna PCr GoiasEm 2015, a PCr de Goiás seguirá tendo como uma de suas prioridades a formação permanente dos agentes da Pastoral. Quem garante é Irmã Liberata Magliochetti, coordenadora estadual da Pastoral Carcerária, que já confirmou para este primeiro semestre a organização de um curso ESPERE (Escola de Perdão e de Reconciliação), a se realizar na cidade de Goiás.

No ano passado, a formação de agentes para a promoção da justiça restaurativa já tinha sido um dos focos da Pastoral local, tanto assim que foram realizadas capacitações nas cidades de Goianésia e Rubiataba, além de um retiro espiritual na Diocese de Goiás.

Outro momento marcante foi a realização da assembleia estadual, realizada em setembro, com a presença de 42 pessoas das dioceses de Goiás, Uruaçu, São Luís de Montes Belos e Formosa, e da Arquidiocese de Goiânia. Na ocasião, o tema em destaque foi a “Aprofundar a Mística, o Objetivo e a Missão da Pastoral Carcerária”, e houve a escolha da senhora Rosângela Braga, de Goianésia, como vice-coordenadora estadual.

Na assembleia, os agentes da Pastoral externaram preocupação com a situação dos presídios daquele estado, pois os presos sofrem com a demora para o julgamento de processos e com a superlotação, que gera situações recorrentes de violência.

Também em setembro do ano passado, diante do caos instalado na Casa de Prisão Provisória (CPP) do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, quando dezenas de presos sofreram agressões físicas e psicológicas, a Pastoral Carcerária de Goiás emitiu nota em que repudiou e a situação e cobrou que o estado “adote medidas concretas e de impacto permanente no sistema prisional, como a efetiva estruturação da Defensoria Pública, auxílio na aprovação do projeto de lei que cria o Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura, a implementação de uma Ouvidoria externa e independente no âmbito da administração penitenciária e a abolição definitiva da Revista Vexatória, que ainda persiste em algumas unidades, apesar da Portaria n° 435/2012-GAB/AGSEP”.

Irmã Liberata garante que ela e os demais agentes da Pastoral Carcerária no estado estão atentos a tudo que se refere aos problemas nas unidades prisionais de Goiás. “Estou pondo ouvidos, olhos, ação e tudo o que junto a outros dá para ser como uma presença significativa na ‘vida’ dos nossos irmãos encarcerados”, disse ao Site da PCr Nacional.

 

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