Em peregrinação na Diocese de Petrópolis, símbolos da JMJ são levados à cadeia

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2406 Cadeia publica mageOs símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) foram levados à cadeia pública Hélio Gomes, em Magé (RJ), em 10 de junho. Quando os presos viram a entrada da Cruz, olharam admirados, pois “nunca haviam visto algo parecido”, segundo disse um dos 37 detentos que participaram do ato. Depois, entrou o Ícone da Santíssima Virgem.
Os símbolos da JMJ foram levados até a cadeia por agentes da Pastoral Carcerária da Diocese de Petrópolis, além do vigário da caridade, padre Rafael da Soares da Silveira; o decano do decanato Beato José de Anchieta, padre José Celestino Coelho; o vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Piedade, padre Alan Rodrigues Souza da Silva; e mais cinco jovens do decanato.
No início do encontro, os agentes da pastoral motivaram os detentos a compreenderem de forma mais profunda o que estava acontecendo naquele momento, destacando que o Cristo morto e ressuscitado estava entre eles através da cruz, e que todos são chamados a anunciá-lo. E Cristo, acompanhado de sua mãe, representada no ícone da Santíssima Virgem, propõe uma vida nova, que é possível pela graça do Espírito e pela intercessão de Maria.
O encontro continuou com reflexões conduzidas pelos jovens e os sacerdotes. O padre José Celestino, ao meditar com os participantes, disse: “Os sinais nos ajudam a encontrar o verdadeiro caminho, pois quando estamos na estrada da vida são muitos os caminhos que se apresentam a nós e temos que fazer escolhas; e para fazermos a melhor escolha, temos que seguir corretamente o que os sinais nos indicam. Hoje, temos aqui dois sinais, a Cruz de Jesus e o Ícone da Santíssima Virgem. No Antigo Testamento, vemos uma haste que fora elevada para curar o povo que havia sido picado pela serpente. Já no Novo Testamento, vemos Cristo Jesus que é elevado na Cruz para salvar a humanidade do pecado. No Ícone da Santíssima Virgem, vemos a Mãe que acolhe o Filho em seus braços, assim como quer acolher e cuidar de nossas dores…”.
Os detentos também rezaram o santo terço, conduzido pelo padre Alan Rodrigues, meditando os mistérios gozosos; e os sacerdotes se colocaram à disposição para atenderem a confissão e rezarem por aqueles que os buscavam.
No final, os encarcerados puderam fazer a sua oração pessoal diante da Cruz e do Ícone e escrever uma mensagem na bandeira diocesana da JMJ que será entregue ao papa Francisco. Ao término do encontro, houve um momento de louvor a Jesus Cristo.
Fonte: Site da Diocese de Petrópolis

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