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PCr do Amapá reflete as dificuldades das mulheres nas prisões

 em Mulher Encarcerada

Assembleia AmapaA Pastoral Carcerária do Amapá realizou sua assembleia estadual entre 19 e 21 de junho, na Diocese de Macapá, na capital do estado, com a participação de 20 pessoas, no Centro Diocesano de Pastoral e Cultura Dom José Maritano.

A atividade que acontece anualmente visa a formação, avaliação da caminhada e a elaboração de estratégias de ação junto às pessoas presas.

Este ano, a Irmã Petra Silvia Pfaller, coordenadora nacional da Pastoral Carcerária para a Questão da Mulher Presa, esteve na assembleia, e tratou de modo mais detalhado sobre as condições das mulheres encarceradas. Davi Serrão, da PCr do Amapá, fez memória das reflexões do seminário “Tortura e encarceramento em massa”, realizado em São Paulo, em 13 de junho, pela Pastoral Carcerária Nacional, quando se evidenciou que a tortura e os maus-tratos nas prisões são práticas institucionalizadas em todo o Brasil.

“O encontro foi bonito, com reflexões profundas e animadoras com os agentes da PCr de Amapá. Mas os presídios são um verdadeiro inferno, sem duvidas um dos piores no Brasil”, expressou a Irmã,  fazendo referência às precariedades prisionais que encontrou nas prisões que visitou nos dias que antecederam a  assembleia.

Durante o evento, foram abordadas, ainda, temáticas sobre a justiça restaurativa e houve a elaboração de um planejamento estratégico da PCr estadual para o período 2015-2018.

No final do encontro, Dom Pedro José Conti, bispo de Macapá, presidiu missa aos participantes e proferiu a bênção de envio a todos.

“Além de perceber ainda mais a importância do tratamento diferenciado com relação à mulher encarcerada, também pudemos elaborar objetivos e estratégias que nortearão a ação da pastoral nos próximos três anos”, sintetizou Walbi Silva Pimentel, secretário da Pastoral Carcerária do Amapá.

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