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Mulheres Presas, Notícias › 10/04/2013

Íntegra do Chat realizado 9/4

Membros online (13)

Mayara
Boa tarde a todos! Faltam 10 minutos para iniciarmos o chat.

Fatima Pires
boa tarde:-)

Eliana Rocha
Boa tarde!!

Deivid
Olá boa tarde!

Maria de Lourdes G. de Almeida
Maria de Lourdes Boa Tarde:-D

pascombras@gmail.com

Boa tarde amigos, aqui é o Daniel, assessor da pastoral, começaremos em instantes

Heidi Ann Cerneka
Já estou aqui!

Mayara
Boa tarde Heidi, já podemos começar?

Heidi Ann Cerneka
Sim, podemos! Boa tarde.

Mayara
Boa tarde a todos os participantes. Vamos para a 1º pergunta.

Mayara
Alguém gostaria de começar com as perguntas?

Fatima Pires
Boa tarde, Heidi por que a senhora se interessou pela causa da mulher presa?

Heidi Ann Cerneka
É uma longa história que vou resumir para não deixar vocês dormindo!

Fatima Pires
rsrs.


Heidi Ann Cerneka
Na verdade, fui trabalhar com as mulheres mais de programa, ou que estavam na rua aqui em São Paulo, e quando reclamaram que ninguém visitava de vez quando que foram presas, resolvi ver isso. Descobri um mundo grande onde ninguém estava articulando-se e só pensava em mulher presa com se fosse mais um homem preso que precisava de absorvente uma vez por mês!Foi assim que comecei.

Fatima Pires
Parabéns pelo seu trabalho.

Deivid
Olá Heidi boa tarde, qual a verdadeira realidade das mulheres encarceradas?

Heidi Ann Cerneka
Obrigado, trabalho com muitas pessoas bastante comprometidas e aprendo algo novo todos os dias!
Boa tarde Deivid, uma boa pergunta, vou responder um pouco!
Hoje, as mulheres são 7% da população prisional no Brasil, a grande maioria presa por “tráfico” (que quando olhar, na verdade, são pequenas quantidades de drogas) e são mais ou menos 30.000- 32.000 mulheres presas no brasil. Infelizmente, muitas não precisam estar presas e isso prejudica não somente ela (pois, prisão não é um lugar salubre) mas também suas famílias, bom, posso ficar escrevendo até a semana que vem- mas paro aqui para ver uma outra pergunta.

Mayara
Próxima pergunta…

Deivid
Eu tenho uma dúvida o tempo de pena para as mulheres é menor ou igual ao de um homem?

Heidi Ann Cerneka
boa pergunta também!

Fatima Pires
Sobre a campanha das necessidades básicas para a mulher pode dizer como deve ser feito, os matérias, algumas pessoas me perguntam… Mas e o estado não contribui?

Heidi Ann Cerneka
Vou responder primeiramente Deivid e depois a Fátima.
Sobre a pena, tem muita gente que fala que a mulher é mais penalizada, mas até hoje, não tem uma pesquisa científica (que eu saiba) que mostra isso. Ainda vem de muito preconceito da sociedade patriarcal, que é ruim que um homem comete crime, mas quase vê como parte da natureza dele ser violento.

Fatima Pires
ok

Heidi Ann Cerneka
Que eu não acho, mas, a mulher tem de ser cheia de ternura, carinho e gentileza. Aí- quando uma mulher comete um crime- é como ela se fosse uma mulher “desnaturalizada” aí, ela deve perder direito de ser mãe na visão de muitas pessoas. Porém, nunca vi juiz que ameaçou tirar a guarda de um pai por ser preso, e a gente vê isso com frequência quando a mãe está presa! Então, mesmo se ela for penalizada com a mesma pena do homem, às vezes a pena dela fica mais forte pelo preconceito, etc.
Aí, vou responder a pergunta da Fátima.

Fatima Pires
Eu vejo também a questão dos presídios onde as mulheres ficam presas, será que são adequados para elas?

Heidi Ann Cerneka
Bom- para começar, acho que nenhum presídio é adequado para ninguém!!
Mas, você tem toda razão. Ainda hoje, a maioria dos presídios femininos são presídios masculinos “adaptados” ou cadeias públicas, ou colégios, que viraram femininos.
Ou seja- não foram planejados para ser presídio feminino- não contempla a questão de visita, dos filhos, de amamentação, muitas vezes são longe da família, e mais de 80% das mulheres é mãe.

Vicente de Paula
Olá boa tarde

Heidi Ann Cerneka
Se perguntar, ela geralmente quer ficar perto da família!
Boa tarde Vicente.

 

Mayara
Boa tarde Vicente

Vicente de Paula
Tudo bem?

Heidi Ann Cerneka
Tudo ótimo!

Vicente de Paula
Sou da Pastoral carcerária de Niteroi – RJ

Heidi Ann Cerneka
Fátima perguntou sobre a campanha de roupas íntimas e produtos de higiene.
Depois de algumas visitas da pastoral onde as presas nos disseram que não tinham NENHUMA calcinha, resolvemos garantir que pelo menos estas mulheres recebessem uma roupa íntima e chama atenção a isso, deu certo porque no Estado de São Paulo, foi feito um levantamento de quanto o Estado gasta por pessoa presa para produtos de higiene e roupa íntima, MUITO POUCO!!

Eliana Rocha
Vemos com tristeza a situação da falta de atendimento de saúde no cárcere, especialmente no que se refere a saúde da mulher que sofre na minha opinião muito mais, de que forma você acha que nós poderíamos forçar o estado a trabalhar de verdade nesta questão???

Heidi Ann Cerneka
Aí o objetivo foi garantir para estas pessoas nesta unidade prisional, e aproveitar para chama a atenção do Estado… O título da campanha foi “Estou presa mas ainda sou mulher” recebemos mais de mil peças de roupa íntima e muito mais pacotes de absorventes. As pessoas foram MUITO generosas!
Boa tarde Eliana, vou responder a sua pergunta (ou tentar pelo menos).

Eliana Rocha
Eu achei que não tinha enviado a pergunta.

Heidi Ann Cerneka
Sobre o acesso à saúde (ou pelo menos tratamento a doença) para a população presa e ainda mais a população presa feminina, seria interessante encaixar dentro de uma campanha que exige mais acesso à saúde para TODA a população!

Mayara
Pessoal, aguardem a Heidi terminar de responder uma pergunta para responder a próxima, assim facilita e não fica confuso.

Fatima Pires
ok

Eliana Rocha
Ok

Heidi Ann Cerneka
Ou seja- porque precisa melhorar a saúde para todos e todas, podemos pensar em garantir que a saúde prisional fica dentro do SUS, a gente poderia até pensar em algo como “Estou presa mais ainda sou Cidadã!”.

Fatima Pires
Sim, esta frase abrangeria mais

Heidi Ann Cerneka
Acho que a única maneira é assim, pois precisamos mostrar para a população, a sociedade toda e também o Estado que primeiramente aquela pessoa é cidadã com todos os direitos que merecem, e… depois como cristãos, que preciso tratar meu próximo que eu gostaria de ser tratada!


anna maria rizzante
Olá Heide e turma! Sou Anna Maria, da PCr do Amapá!

Heidi Ann Cerneka
Bom é só um começo mas é isso.
Boa tarde Anna Maria! que bom que conseguiu entrar.

Deivid
A falta de oportunidades, somada a responsabilidade sobre os filhos e o fator desemprego, acaba contribuindo para o ingresso da mulher no mundo do crime?

Heidi Ann Cerneka
Ufa- e como!

Eliana Rocha
Concordo com você, vamos nos reunir e articular algo para iniciarmos esta ação.

Heidi Ann Cerneka
Acredito que sim, pois, antigamente a mulher dividia os custos de casa e dos filhos com marido
hoje muitas vezes ela não tem esta possibilidade…e ela não tem formação para um emprego, falta vaga no creche para deixar o filho….quando você pensa, tráfico é como um trabalho autônomo- pois, pode ficar em casa e fazer….não adianta resolver a questão de falta de vagas na prisão, nem tratamento de drogas, se não resolver os problemas sociais!

Arnaldo Martins de Miranda
Boa Tarde, Heidi e demais participantes desse “encontro”. Sou Arnaldo (Diác.), Coordenador da PCr da Arquidiocesana de Olinda e Recife. Desculpe-me a ignorância, mas é a primeira vez que ingresso nesse ambiente virtual. Você, Heidi, conhece a nossa realidade de encarceramento de mulheres. 1.714 mulheres presas no final do ano passado em PE.

Heidi Ann Cerneka
E quantas vagas tem para mulheres em Pernambuco- você sabe?
Sei que aquele presídio de Bom Pastor é um dos piores que já vi – e que o próprio CPI denominou o pior presídio feminino

Heidi Ann Cerneka
Tem alguma coisa que melhorou? ou algo animadora que pode deixar a gente mais otimista?(esse pode ser uma pergunta geral para quem lida com mulher presa)

Arnaldo Martins de Miranda
Bom Pastor: 200, Abreu e Lima: 180 e Buique: 110 = total de 490 vagas em PE.

Heidi Ann Cerneka
Uau- e vocês têm 1700! Arnaldo, uma estimativa de qual porcentagem desses realmente, é uma ameaça a sociedade- ou tem de ficar presa- você tem alguma ideia?

Arnaldo Martins de Miranda
Desconheço tal percentual, visto que não conhecemos a existência desses dados.

Heidi Ann Cerneka
Desculpa- é verdade, é que eu sempre falo que a grande maioria precisa responder por qualquer crime que cometeu, mas que acho que não precisa responder atrás das grades… Seria interessante tentar achar uma maneira mais científica para medir isso pode ser pena ou medida alternativa, serviço comunitário, etc.

Arnaldo Martins de Miranda
Desculpe-me, mais preciso me ausentar, pois minha Igreja Doméstica exige, visto minha nora está hospitalizada em decorrência de uma cirurgia. Parabéns, a você por estas e outras iniciativas. Saúdo a todos os participantes. Até logo.

Heidi Ann Cerneka
Obrigada pela visita- bom trabalho Arnaldo!

Fatima Pires
Heide como encontrou a Cadeia Feminina de Votorantim/SP?

Heidi Ann Cerneka
Supreendentemente tranquila… Apesar de ver notícias da interdição desde 2009 (?) não me lembro- talvez 2011… Mas não consegui ler toda a decisão de interdição. Estava com 90 mulheres no dia que fomos… Elas também pareciam tranquilas de não reclamar de maus tratos, etc. Os problemas maiores quando a gente se fala de carceragem da polícia vem com o direito à saúde, emergências de saúde,… A questão de trabalho e remuneração… Garantia de visita ou visita íntima. Para mim- também vejo que geralmente não tem advogado e não tem NENHUM orçamento para produtos básicos de higiene… O Estado acha que ela vai parar de menstruar só porque está presa?

Fatima Pires
Eu tenho um jornal que fala sobre a cadeia publica feminina de Votorantim é de março deste ano, preciso diminuir pagina para puder enviar para você via mail

Heidi Ann Cerneka
S
ria ótimo- o que eu vi parecia uma situação onde os funcionários tentam fazer o trabalho certo numa situação impossível

Deivid
Nos últimos anos a porcentagem de mulheres presas cresceu quase 4% enquanto a porcentagem de homens no cárcere diminuiu 3%, qual a sua visão sobre isso?

Heidi Ann Cerneka
Para mim- tem tudo a ver com as drogas… Pode até dizer que a mulher também tem mais autonomia na sociedade, e talvez comete mais crime, deve ser isso também, mas o grande culpado é o tal “nova lei das drogas”.

Fatima Pires
Sim, a mulher sobre a questão de trafico de drogas onde leva para seus companheiros ou namorados.

Heidi Ann Cerneka
Além disso…

Fatima Pires
Mas algumas acabam entrando mesmo por marido estar preso e precisa tocar o “negocio” dele…

Heidi Ann Cerneka
A mulher vai presa muito mais pela questão de drogas, e por ser declarado um crime “hediondo” acaba cumprindo mais tempo de pena. o homem está preso mais por roubo e acaba saindo mais rápido, isso acaba afetando a superlotação, pois a porta de entrada é grande, mas a porta de saída é pequena!Também acho que tem a ver com as questões sociais e falta de emprego e oportunidade, e salários baixos, etc.

pascombras@gmail.com
Heidi, você visitou as unidades prisionais no Mato Grosso do Sul, que situações foram encontradas?

Heidi Ann Cerneka
Outra pergunta boa mas com muitas respostas, vi algumas práticas muito interessantes- de hortas, trabalhos legais com a população….Mas, também uma falta de funcionários que afeta todo o trabalho, pois, sem funcionário, não tem como liberar os presos para trabalhar, para estudar, para cultos das igrejas….Tinha unidade grande que só tinha 4 funcionários por plantão as vezes!….Também, achei ruim que lá existe algo chamado de cantina… A cantina é a loja dentro do presídio- mas não tem licitação para operar, aí, administrado pela unidade… Vende até água (da torneira) gelada para a população, e com o dinheiro que lucra (com os preços elevados), supostamente faz trabalho no presídio.

Vinícius Francisco Toazza
Boa Tarde companheiros de Pastoral Carcerária, estamos aqui na Arquidiocese de Passo Fundo-RS acompanhando o chat com a Ir. Imelda!

Heidi Ann Cerneka
Mas se o preso comprou o produto da cantina, então, ele acaba pagando a reforma da unidade!!
Boa tarde Vinícius e Ir. Imelda!

pascombras@gmail.com
Isto é um absurdo, a meu ver… obrigado, Heidi.
Heidi Ann Cerneka
Concordo que é absurdo!

Mayara
Boa tarde, Vinícius e Ir. Imelda.

Deivid
Heidi você tem algum blog ou site que fale mais sobre o assunto?

Heidi Ann Cerneka
Ai- agora me pegou… Tenho não. Sou tão dinossauro (dinossaura) que nem facebook!… Mas tem alguns artigos no site da pastoral e se alguém tiver interesse em algo específico, pode escrever pedindo e posso tentar enviar um artigo ou uma resposta…… Pode escrever para heidi@carceraria.org.br.

anna maria rizzante
Sabes Macapá, Heide… precisamos conversar (escrever)… Não tá bom não, se possível piorando… Nada de presídio modelo, como consta no relatório.

Heidi Ann Cerneka
Só na estrutura física, né?

anna maria rizzante
Como Assim, a estrutura influencia diretamente na vida de quem está lá.

Heidi Ann Cerneka
Não, claro, mas eu queria dizer que em Macapá foi a primeira vez que eu vi aquele “modelo de presídio” proposta pelo Ministério de Justiça então, queria dizer que a estrutura me impressionou (para o bem) naquele vez- mas você tem dito muita coisa que não funciona!

Fatima Pires
Fiquei sabendo que nesta região de Sorocaba, a secretaria de administração colocou uma Assistente Social Cirene (que é aqui de Sorocaba)para acompanhar algumas coisas dentro de presídios, vou procurar saber mais para informar.

Heidi Ann Cerneka

É bom fátima- aí, pode até marcar reunião e dar sugestoes!! Sobre Macapá, é bom lembrar que a estrutura física é somente uma parte… que depende da administração… da vontade do Estado… dos funcionários….do respeito (ou não) dos direitos, e a morosidade do judiciário.

Mayara
Bom, o chat está chegando ao fim, quem gostaria de fazer uma última pergunta?

 

Deivid
Heidi muito obrigado por esclarecer minhas dúvidas, o seu trabalho é muito bom e tenho certeza que ajuda muitas mulheres que vivem essa dura realidade que é o cárcere!

Heidi Ann Cerneka
Obrigada Deivid, também achei suas perguntas muito relevantes! vamos em frente nessa luta!

Eliana Rocha
Heidi parabéns por seu trabalho! Trabalho bastante com você e sei quanto você luta por todas estas questões aqui abordadas! Precisamos de mais pessoas como você!

Vinícius Francisco Toazza
Tenho uma pergunta, como podemos efetivar, ou melhor, cobrar do estado a saúde e profissionais da saúde nos presídios, pois sabemos da portaria interministerial nº1777 e das resoluções do nosso estado que dizem que o munícipio deve completar o quadro de profissionais da saúde, entretanto a realidade.

Heidi Ann Cerneka
Obrigada Eliana, guerreira em defesa das mulheres também!
Olá Vinícius…
Na verdade, aquele programa 1777 do ministério de saúde me arrepia cada vez que falamos porque depois de 10 anos, acho que tem aderência de alguns 30% dos presídios!
Pode cobrar do ministério da saúde e do ministério da justiça, pois, o ano passado… Eles montaram um grupo de trabalho sobre saúde que queria garantir a inclusão da saúde nas prisões dentro do SUS… Fez um belo trablaho de ouvir agente penitenciário, a sociedade civil, pessoal da saúde, família de presos… E depois- não sei o que aconteceu parou! acho que precisa cobrar das prefeituras.

Fatima Pires
Descobri que tem um psicólogo Lucio Costa de Sorocaba que começou a trabalhar no ministério da saúde, mas está no CNJ vai lidar com a questão da saúde dos jovens presos, meu deus vou precisar aprender como funciona tudo por aqui

Heidi Ann Cerneka
Espero que também lide com a saúde das jovens presas!!

Fatima Pires
Sim sim

Heidi Ann Cerneka
Brincando, mas geralmente pensem nos homens, é verdade a questão da saúde complica mais por ser de mais de um ministério e depois envolver o estado local e o município!

 

Vinícius Francisco Toazza
Ok então estamos de acordo com isso, pois tivemos uma conferencia municipal de saúde aqui no município de Passo fundo, e colocamos as necessidades do presídio, e foram aprovamos em assembleia pelos delegados da comissão, ou seja, foram incluídas nossas reivindicações no Plano de saúde municipal realizado no sábado passado.

Fatima Pires
Este é o facebook dele… ´´e ministério da saúde, mas está lotado na área do questão de presídios”. http://www.facebook.com/lucio.costa.50

Heidi Ann Cerneka
Vinícius- que ótimo! Agora cobrar que o que entrou no plano seja realmente efetivado… mas o primeiro GRANDE passo foi dado Fátima, vê se você consegue conversar com este Lúcio e quais são os planos dele…Talvez possa até abordar perguntado sobre as mulheres.

Vinícius Francisco Toazza

Com certeza, um abraço de toda equipe da arquidiocese de Passo Fundo que aqui esta reunida acompanhando o chat… nosso muito obrigado.

Heidi Ann Cerneka
Um grande abraço e obrigada pela participação.

Fatima Pires
Muito bom este momento com Heidi e com todos, precisamos explorar mais sobre tudo que Heidi sabe sobre questão da mulher…rsrs da próxima vez farei uma relação para não me atrapalhar e não falar “besteira”

Mayara
Heidi, em nome de todos agradeço a sua valiosa participação e esclarecimentos.

Vinícius Francisco Toazza
Boa tarde a todos os presentes no chat! Abraço.

Fatima Pires
Abraço fraterno para todos e parabéns por esta luta.

Heidi Ann Cerneka
Também agradeço a oportunidade de conversar e abrir mais canais de luta e pensamento entre nós!

Mayara
Esperamos, que tudo o que foi debatido aqui possa ser refletido e contribuir para uma nova realidade.


Fatima Pires
:-D:-!

Maria de Lourdes G. de Almeida
Obrigada.

Mayara
Agradecemos, em nome da Pastoral Carcerária a todos os que participaram e estiveram conosco nesse bate papo tão frutuoso.

Fatima Pires
Fiquem bem com deus e tomara que tenha mais bate papo, tchau.

Heidi Ann Cerneka
Um abraço e até mais!

Vinícius Francisco Toazza
Verdade aguardamos o próximo

anna maria rizzante
Poxa, já… Tive que sair um instante…

Mayara
Em breve, teremos um próximo chat.

anna maria rizzante
Até a próxima, então. Obrigada a todos e um abraço!


Pastoral Carcerária Nacional – CNBB

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Tel/fax (11) 3101-9419 – E-mail: imprensa@carceraria.org.br

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